Skip to main content

Conheça nosso e-commerce: Farol da Tecnologia > ACESSE JÁ

Notícias

07 Novembro, 2025

Fraudes por deepfake disparam 700% no Brasil; veja como se proteger

Golpes digitais já afetam operações corporativas: caso recente no Amazonas clonou biometria facial para desviar valores

As fraudes que utilizam deepfake, manipulação digital de voz, imagem ou vídeo para simular pessoas reais, cresceram cerca de 700% entre o 1º trimestre de 2024 e o 1º trimestre de 2025, segundo relatório global de segurança digital da Sumsub. O levantamento aponta ainda que os incidentes no Brasil são cinco vezes mais frequentes do que nos Estados Unidos, colocando o país na linha de frente dos ataques digitais.

Na semana passada, a Polícia Civil do Amazonas deflagrou a Operação Holograma, que prendeu os responsáveis por aplicarem golpes milionários clonando biometrias faciais. As vítimas relataram haver veículos financiados em seus nomes com documentação falsificada por IA. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), este foi o primeiro caso de deepfake no estado, e chamou a atenção pela sofisticação tecnológica aplicada.

De acordo com José Miguel, gerente de pré-vendas da Unentel, o deepfake deixou de ser um risco distante e já impacta diretamente as rotinas corporativas. “Hoje existem golpes em que a voz ou a imagem de executivos são clonadas para autorizar pagamentos ou liberar acessos. A tecnologia está mais sofisticada e exige protocolos de verificação mais rígidos, uso de múltiplas camadas de autenticação e treinamento constante das equipes. Trata-se de criar uma cultura preventiva dentro das empresas”, afirma.

Relatórios recentes e casos como o da Operação Holograma mostram que golpes com deepfake já não se restringem ao ambiente das redes sociais: eles atingem setores estratégicos como fintechs, bancos, tecnologia e serviços digitais, onde a confiança externa é um ativo fundamental.

Veja, a seguir, algumas medidas práticas para prevenção:

  1. Verificação multicanal: sempre confirme instruções sensíveis (transferências altas, mudanças de titularidade etc.) por mais de um canal já validado (telefone, videochamada, presencial ou qualquer conexão que já exista e seja segura).

  2. Ferramentas de análise de identidade sintética: se possível, utilize softwares e serviços que detectem deepfake analisando padrões de voz, inconsistências visuais, metadados de arquivos e histórico de comportamento.

  3. Treinamento e simulados internos: capacite equipes de finanças, compliance, TI e jurídico para reconhecerem sinais de deepfake; faça exercícios simulados de ataque para testar vulnerabilidades.

  4. Governança e política interna clara: estabeleça protocolos formais para casos suspeitos, quem acionar, registrar provas e colaborar com autoridades.

“A prevenção é hoje a principal defesa. Investir em tecnologia, conscientizar colaboradores e estruturar protocolos claros de resposta são passos essenciais para evitar que os deepfakes avancem dentro das empresas”, completa José Miguel.

Cadastre sua revenda como um parceiro no Farol da Tecnologia!
  • Formas de pagamento diferenciadas

  • Frete grátis acima de R$2.000,00

  • Sua compra 100% segura

  • Entrega em todo Brasil

  • Parcelamento em até 10x

  • Ecommerce B2B

Contatos
  • +55 (11) 3201-7070
    +55 (71) 3417-7777

  • Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

  • Trabalhe Conosco